A valorização de relações interpessoais em todos os contextos, deve ser uma preocupação de todos nós

Por Larissa Fiorentin, 12 de Julho de 2019

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Valorize os relacionamentos interpessoais, isso vai ajudar você a conquistar resultados melhores!

 

Fui certificada há 2 meses como gestora de inovação na faixa “Yellow Belt” e agora sou parte da Tribo de inovação do IBELT. Inovação não é mais um diferencial, é um dever. Portanto, acho que estou no caminho certo.

O IBELT é uma certificação de gestão da inovação que é dividida em quatro módulos: Estratégia, Pessoas, Processos e Ecossistema. Apesar de todos terem sido muito marcantes, pois são essenciais para a prática da Inovação dentro de uma empresa, a parte que me marcou de maneira pessoal foi o pilar pessoas.

A frase “Pessoas precisam de Pessoas” já é popular entre as melhores empresas atuantes do mercado, desde um MEI (microempreendedor individual) e microempresas até as maiores organizações existentes, isso porque o Ser Humano está no centro do todo e de tudo. Dessa forma, a valorização de relações interpessoais em todos os contextos, deve ser uma preocupação de todos nós.

“...a valorização de relações interpessoais em todos os contextos, deve ser uma preocupação de todos nós.”

Ok. Já sabemos que esta frase é verdadeira: “Eu preciso de você e você precisa de mim”. Considere ainda o verbo precisar em todos os tempos verbais: posso já ter precisado, estou precisando ou, possivelmente, precisarei.

Diante disso, quero te fazer uma pergunta: Você conhece a pessoa com quem se relaciona diariamente? Você sabe se comunicar corretamente? Sabe se relacionar bem com perfis diferentes de pessoas? No campo da Inovação, sabe mobilizar esses perfis diferentes para inovar? E o mais importante: Você se conhece?

Tá aqui a causa do meu amor pelo módulo Pessoas. Eu tive a oportunidade de me descobrir e desde então estou no processo de autoconhecimento e isso é fator determinante para os resultados diários. Nos dois dias de capacitação em Pessoas, aprendi muitos conceitos e ferramentas, pratiquei dinâmicas e atividades que comprovaram o conteúdo teórico e diariamente venho treinando e aplicando esses conceitos.

Eu não conseguiria resumir em páginas tudo aquilo que aprendi e vivi, mas posso citar 3 principais highlights que classifiquei da seguinte forma:

  1.  O cérebro é o drive das nossas ações e reações e, como quase tudo na vida, existem armadilhas nesse processo. Conhecê-las e internalizá-las é fundamental para sentir “doces” consequências do nosso comportamento. Lá no treinamento, o educador ensinou e alertou sobre a generalização (crenças), a eliminação e a distorção; e a influência desses filtros como limitadores ou propulsores em nossas interpretações e respostas aos acontecimentos diários.
  2. Sentir, criar, acreditar e transformar, são as 4 atitudes do “Mente aberta”. Escrevendo assim parece fácil, mas tem técnica e é preciso treino.
  3.  Antes de escrever sobre o último, tenho um spoiler do seu pensamento: “Ah esse aí tomo mundo sabe ou já fez” calma, quero provocar outra ótica em relação ao tema. A maioria aqui em algum momento, já realizou teste de perfil comportamental, ou pelo menos deveria. Existem várias plataformas conceituadas que possibilitam o teste gratuito. O fato é que a maioria pode não ter analisado o seu perfil com os demais profissionais com quem trabalha. Mais do que autoconhecimento, obrigatório nos tempos atuais, analisar qual perfil dominante seu colega tem, ajudará na comunicação, no engajamento e na colaboração entre vocês. No curso realizei o teste de 4 quadrantes de dominância cerebral e, diferente de todos os que já havia feito, tive um choque de realidade. 

Explico melhor esse choque: Além de conseguir me enxergar em todos os quadrantes e o que posso desenvolver em cada um, eu apresentei o perfil com maior dominância em um quadrante. Aí você me pergunta: É ruim? Pra mim, que busco o equilíbrio e controle de comportamento é ruim. O melhor de tudo é que, após aquele dia de aprendizado, eu não apresento mais os 75% estilo sensitivo; os 50% reflexivo; os 41% pragmático e os 34% com perfil lógico. Isso porque, estou mais consciente sobre mim e sobre minhas relações exclusivas com cada pessoa.

Vejam, talvez ainda possua a mesma dominância, afinal o conteúdo deste post foi todo em torno de PESSOAS o valor fundamental para perfis “sensitivos”. A diferença é o meu nível de consciência sobre as minhas características.

Gratidão pelo seu tempo!

Para quem ficou curioso sobre o Módulo Pessoas que citei, a próxima Turma Aberta de IBELT se inicia em Setembro de 2019. Clique Aqui para conferir mais detalhes.
 

Larissa Fiorentin

Larissa Fiorentin

Consultora

Engenheira de Produção pela PUCPR . Realizou planejamentos financeiros em indústrias e gerenciou projetos de criação de websites através da metodologia / guia PMBOK e Design Thinking. Atualmente, trabalha com projetos de inovação utilizando várias metodologias modernas (como design thinking, design driven innovation, UX etc.) e no diagnóstico e implantação de soluções para a Indústria 4.0.

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